O Por Arthur Morais

Os Caça Fantasmas de 1984 lançaram na cultura pop um universo de sucesso inquestionável.  É grande a nostalgia despertada pelo filme original e pela sensacional música-tema e até pela sua duvidosa continuação lançada em 1989.  Apesar de tudo, o projeto de um terceiro filme da franquia amargou sucessivos engavetamentos até que o diretor Paul Feig recebeu sinal verde para levar Caça-Fantasmas de volta às telonas. 

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E Por Vinicius Menegolo

É prazeroso que possamos ver novos filmes de Ridley Scott, especialmente um de ficção científica. Alien (1979) e Blade Runner (1982) são duas das melhores ficções científicas de todos os tempos. Agora, depois de três filmes questionáveis – Prometheus (2012), O Conselheiro do Crime (2013) e Exodus (2014) – Scott prova que ainda está em forma e entrega um excelente e bem acabado filme com Perdido em Marte.

A Por Vinicius Menegolo

Ainda que sejam capazes de criar ricos e apaixonantes universos, os animes de luta tendem a recair em uma série de clichês quase proprietários. Rankings, inimigos cada vez mais fortes, treinamentos intensos, aparelhos que medem aa força dos personagens e golpes com nomes complexos são elementos recorrentes e já foram vistos em dezenas de animes diferentes. De Dragon Ball à Pokémon, de Naruto à Full Metal Alchemist. Ainda que tenham histórias completamente distintas, é fácil identificar esses clichês em todos eles.

D Por Guilherme Murayama

Daniel J. Goor e Michael Scur, de Parks and Recreation, criaram através de uma temática comum uma das melhores séries de comédia da atualidade. Brooklyn Nine-Nine apresenta uma premissa simples através de uma comédia sobre investigação policial. As relações de trabalho e a dinâmica das delegacias já foi muito explorada no meio audiovisual. Portanto, o que realmente diferencia a série é a combinação entre um roteiro sólido, com uma edição precisa e atuações promissoras. Com um humor inteligente, a série aborda o dia-a-dia da 99ª Delegacia de Polícia do Brooklyn e acerta na fotografia que simula um conteúdo dramático. Através de cores sóbrias, Brooklyn Nine-Nine estabelece um realismo incomum entre as séries de humor.

A Por Arthur Morais

A comédia é um dos gêneros mais complicados do cinema, pois ela sempre apresenta uma das propostas mais delicadas, já que o humor divide uma linha tênue com o ultraje e com o ridículo. As chances de se parodiar com sucesso mitologias consolidadas e arquetípicas, como os vampiros, são realmente muito baixas. Roman Polanski conseguiu tal façanha com A Dança dos Vampiros (1967), mas essa pérola, que mescla terror e comédia refinados, ficou datada e as novas gerações terão dificuldades em apreciá-la e até mesmo entendê-la. Felizmente, os neozelandeses Jemaine Clement e Taika Waititi conseguiram superar o filme de Polanski com o obrigatório What We do In the Shadows, que é, provavelmente, a melhor comédia de vampiros já filmada.

U Por Vinicius Menegolo

Um filme solo do Homem Formiga foi uma escolha ousada da Marvel para encerrar a segunda fase de seu universo cinematográfico. O Formiga sempre foi um herói secundário, que nunca teve muito destaque nos quadrinhos a não ser pela sua participação entre os Vingadores. Em um universo tão grande, com ameaças planetárias e galáticas, era difícil a tarefa de tornar interessante um filme sobre um personagem tão pequeno. E a Marvel conseguiu. Homem Formiga é extremamente divertido, dinâmico e dá novo fôlego para o MCU.

O Por Vinicius Menegolo

Olivier Nakache e Eric Toledano demonstraram muita sensibilidade ao dirigir Intocáveis (2011), uma comovente, divertida e improvável história de amizade entre Philippe (François Cluzet), um tetraplégico ranzinza e Driss (Omar Sy), seu carinhoso cuidador. O filme se tornou o maior blockbuster francês de todos os tempos, conquistando mais de 50 milhões de espectadores em todo o mundo. Merecido. Agora, quase quatro anos depois, a dupla volta às telas com Samba, uma delicada comédia social que fica bem aquém de seu predecessor.

M Por Vinicius Menegolo

Minions é um fenômeno impressionante. Os personagens, criados para funcionarem como suporte cômico em Meu Malvado Favorito (2010), se tornaram maiores que o protagonista Gru e o trio de meninas dos longas originais. Na época do lançamento do segundo filme, as criaturas amarelas estavam por toda parte, de brinquedos a camisetas, passando pelo Mc Lanche Feliz. Não foi grande surpresa, portanto, quando a Universal anunciou que os Minions ganhariam um filme solo.

O Por Gui Cintra

O diretor americano Paul Thomas Anderson (Sangue Negro; Magnolia) vem novamente à tona, desta vez com Vício Inerente, uma adaptação da novela homônima de Thomas Pynchon publicada em 2009. Após uma carreira de mais de 50 anos, esta é a primeira vez que o escritor autorizou a adaptação de um de seus livros para as telas, o que construiu uma enorme expectativa — e que felizmente foi alcançada pelo diretor.