O Por Arthur Morais

Os Caça Fantasmas de 1984 lançaram na cultura pop um universo de sucesso inquestionável.  É grande a nostalgia despertada pelo filme original e pela sensacional música-tema e até pela sua duvidosa continuação lançada em 1989.  Apesar de tudo, o projeto de um terceiro filme da franquia amargou sucessivos engavetamentos até que o diretor Paul Feig recebeu sinal verde para levar Caça-Fantasmas de volta às telonas. 

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A Por Arthur Morais

A comédia é um dos gêneros mais complicados do cinema, pois ela sempre apresenta uma das propostas mais delicadas, já que o humor divide uma linha tênue com o ultraje e com o ridículo. As chances de se parodiar com sucesso mitologias consolidadas e arquetípicas, como os vampiros, são realmente muito baixas. Roman Polanski conseguiu tal façanha com A Dança dos Vampiros (1967), mas essa pérola, que mescla terror e comédia refinados, ficou datada e as novas gerações terão dificuldades em apreciá-la e até mesmo entendê-la. Felizmente, os neozelandeses Jemaine Clement e Taika Waititi conseguiram superar o filme de Polanski com o obrigatório What We do In the Shadows, que é, provavelmente, a melhor comédia de vampiros já filmada.

Q Por Arthur Morais

Quase todo o trabalho apresentado por Jodorowsky em suas HQs é fruto de seu extenso projeto para adaptar o romance Duna, de Frank Herbert, para os cinemas. Embora o projeto não tenha conseguido ir para as telas (saiba mais aqui), o trabalho de pré-produção era de qualidade tão ímpar que deu origem a uma teia gigantesca de influências no cinema e passou a ser aproveitado para a formulação de quadrinhos como Incal, Antes do Incal e A Casta dos Metabarões. Esta última, em específico, é uma série em quadrinhos de ficção científica escrita por Alejandro Jodorowsky e desenhada por Juan Gimenez. A obra alcança a notável proeza de unir surrealismo, em níveis insanos, a uma história clara e imersiva, recheada de tributos à cultura em geral.

P Por Arthur Morais

Por quase duas décadas Hollywood e o cinema mundial tentaram representar a dita Jornada do Herói como uma fórmula arquetípica defasada para roteiros. Quanto mais os acadêmicos, críticos e cineastas pensam poder se livrar dessa fórmula e de suas estruturas mais elas se provam capazes de render filmes emocionantes e divertidos. Mad Max: Fury Road está aí para provar isto, e Kingsman: Serviço Secreto, também. Dirigido por Matthew Vaugh e estrelado por Colin Firth, Taron Egerton e pela lenda viva Samuel L. Jackson, este longa é definitivamente uma das estreias obrigatórias do primeiro semestre de 2015.

B Por Arthur Morais

Bárbara (Judith O´Dea) e seu irmão Jhonny (Russel Streiner) estão em uma longa viagem para visitar o túmulo de seu pai. Quando chegam ao destino, ambos são atacados por um homem estranho e violento (Bill Hinzman, o saudoso “Zombie number one”). Jhonny morre para defender a irmã, que corre desesperadamente até chegar a uma casa de fazenda onde começa a ser cercada por outros agressores esquisitos. Em seguida, Ben (Duane Jones), um homem que aparece dirigindo uma caminhonete, junta-se a ela e relata que outros lugares também estão recebendo ataques furiosos de turbas de pessoas descontroladas e fora de si.