Crítica | Vampiro Americano – Segundo Ciclo

N Por Guilherme Murayama

Numa nova etapa da construção de Vampiro Americano, Scott Snyder e Rafael Albuquerque retornam com uma das melhores séries em quadrinhos da atualidade. Em Segundo Ciclo, acompanha-se Skinner Sweet e Pearl Jones no ano de 1965. Dez anos após o último contato entre os dois, a vida se situa de um modo bem diferente. Pearl Jones resgata criaturas perdidas em fuga de predadores na transformada fazenda de sua família no Kansas. Skinner Sweet vive agora na fronteira com o México, atacando traficantes e contrabandistas. Entretanto, algo antigo surge das sombras para ameaçar esse novo mundo. Chamam-lhe de O Negociador.

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Em uma das histórias mais assustadoras desde o início de Vampiro Americano, Scott Snyder e Rafael Albuquerque criam uma situação incontrolável onde até mesmo seres experientes como Skinner Sweet parecem estar sempre ameaçados. Num misto de drama, fúria e horror, o novo capítulo de Vampiro Americano continua a saga de terror que criou personagens lendários. Novas criaturas são apresentadas, um inimigo oculto se forma na escuridão. Seres antigos retornam para criar um cenário de sangue e medo. Um épico inesquecível onde os predadores se tornam a presa e a morte está sempre há poucos minutos de distância.

Nota: 10
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