O Por Arthur Morais

Os Caça Fantasmas de 1984 lançaram na cultura pop um universo de sucesso inquestionável.  É grande a nostalgia despertada pelo filme original e pela sensacional música-tema e até pela sua duvidosa continuação lançada em 1989.  Apesar de tudo, o projeto de um terceiro filme da franquia amargou sucessivos engavetamentos até que o diretor Paul Feig recebeu sinal verde para levar Caça-Fantasmas de volta às telonas. 

U Por Guilherme Murayama 

Um dos objetivos do Incendiário sempre foi falar sobre diferentes visões do cinema. Com a série de posts Bate Papo, conversaremos com cineastas que possam mostrar como é estudar e produzir cinema, dentro e fora do Brasil. Queremos entender um pouco mais a vida, os sucessos e as dificuldades de quem se aventura a entrar no mundo cheio de altos e baixos do cinema que tanto gostamos.

A Por Guilherme Murayama

A história de Aaron Swartz, um prodígio da computação e ativista dos tempos da Internet, se entrelaça com a narrativa das manifestações no século XXI. Swartz, como alguém que cresceu e se adaptou rapidamente ao ambiente digital, moldou sua política através da experiência nas redes. O jovem programador lutou durante sua vida por domínio público e cultura livre. Suas pautas eram as pautas do mundo contemporâneo. Com uma inteligência de alto nível e amor pelos computadores, Swartz se tornou um rosto conhecido em tempos de anonimato.

N Por Guilherme Murayama

No cinema, assim como nos livros, um dos aspectos mais importantes para a construção de uma boa história é o ritmo. Para a narrativa fluir bem, o argumento não basta, é necessário que o diretor e o escritor saibam o que estão fazendo. Afonso Poyart é um caso raro de cineasta brasileiro que consegue equilibrar em si mesmo ambas as qualidades. “Mais Forte Que o Mundo” é um dos poucos filmes nacionais em que o roteiro, escrito por Poyart ao lado do consagrado Marcelo Rubens Paiva, se sobressai durante toda a narrativa.

C Por Guilherme Murayama

“Capitão América: Guerra Civil” é um filme vazio. São algumas risadas e boas cenas de ação numa história fraca que só parece boa se comparada com filmes como Batman V. Superman e Era de Ultron. A ação nos blockbusters norte-americanos está predominantemente sem ritmo e apática. Ao se aproximar da narrativa dramática, o filme se perde e parece sempre ter pés nos freios. Não há sensação de perigo quando bombas explodem ou carros quebram, o Universo Cinematográfico Marvel sofre com a repetição e o medo dos executivos.

E Por Vinicius Menegolo

É prazeroso que possamos ver novos filmes de Ridley Scott, especialmente um de ficção científica. Alien (1979) e Blade Runner (1982) são duas das melhores ficções científicas de todos os tempos. Agora, depois de três filmes questionáveis – Prometheus (2012), O Conselheiro do Crime (2013) e Exodus (2014) – Scott prova que ainda está em forma e entrega um excelente e bem acabado filme com Perdido em Marte.

O Por Vinicius Menegolo

O maior problema de Os Oito Odiados é o longa ser um filme de Quentin Tarantino. Há muita expectativa sobre seus novos trabalhos e essa expectativa pode impedir que a qualidade do material seja apreciada. Aqueles que esperam que o diretor entregue o mesmo que em seus últimos filmes irão, certamente, se decepcionar. Em essência, Os Oito Odiados difere bastante de Bastardos Inglórios e Django. Não há um sem fim de cenários, figurinos e personagens. O oitavo longa de Tarantino é marcado pela concisão: tudo se resume a oito pessoas enclausuradas em uma cabana durante uma nevasca nos confins do Wyoming. Oito pessoas conversando durante as três horas de projeção.

A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood anunciou nesta quinta-feira, 14, os indicados ao Oscar 2016. O Regresso, de Alejandro González Iñárritu é o grande destaque com 12 indicações, incluindo melhor filme, melhor diretor e melhor ator. Mad Max: Estrada da Fúria é o segundo em número de indicações, com 10. Star Wars foi indicado à 5 categorias, todas técnicas. Uma surpresa foi a ausência de Ridley Scott na lista de melhor diretor. Scott foi indicado em todas as principais premiações, incluindo o Directors Guild of America.

A Por Vinicius Menegolo

Ainda que sejam capazes de criar ricos e apaixonantes universos, os animes de luta tendem a recair em uma série de clichês quase proprietários. Rankings, inimigos cada vez mais fortes, treinamentos intensos, aparelhos que medem aa força dos personagens e golpes com nomes complexos são elementos recorrentes e já foram vistos em dezenas de animes diferentes. De Dragon Ball à Pokémon, de Naruto à Full Metal Alchemist. Ainda que tenham histórias completamente distintas, é fácil identificar esses clichês em todos eles.